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ANTENA FLUMINENSE DE NOTÍCIAS

Notícias e atualidades

SUÍÇA : O BANCO DE COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS,CONTROLA O DINHEIRO DO MUNDO.

por Cimberley Cáspio, em 30.05.14
reportagem é publicada pelo sítio RT, 03-03-2014. A tradução é do Cepat. - reproduzido e editado p/ Cimberley Cáspio
 

Basileia, Suíça — A base de poder do mundo mudou... ela não está mais em Londres, Nova York, Washington ou Tóquio. Também não está em Pequim ou em Moscou. Está em Basileia, na Suíça. Em 1930, o Banco de Compensações Internacionais (BIS, de Bank for International Settlements) foi fundado como resultado do Plano Young, assim nomeado em homenagem ao homem que presidia o Comitê de Reparação dos Aliados, Owen D. Young.
Basileia foi escolhida como local porque todos poderiam chegar ali de trem a partir de qualquer parte da Europa para participar dos encontros. Quando você sai da estação de trem principal, o BIS está a uma distância de apenas um quarteirão. O moderno edifício de 18 andares esconde o poder que se estende globalmente. Não há nada no edifício que chame a atenção, exceto uma placa perto das portas frontais de vidro que basicamente diz que aquela é uma propriedade privada. Pessoas poderosas e influentes de todo o mundo entram no edifício do BIS discretamente e são distinguidas dos cidadãos comuns por seus ternos sociais e crachás de identificação
Em resumo,aqui é o centro  de poder,de onde se governa o mundo.

       imagem:novaordemglobal.blogspot.com       

 

Autora: Joan Veon

 

 

Karen Hudes, ex-informante do Banco Mundial, despedida por ter revelado informação sobre a corrupção no banco, explicou com detalhes os mecanismos bancários para dominar nosso planeta.

 

Karen Hudes (foto), graduada pela escola de Direito de Yale, trabalhou no departamento jurídico do Banco Mundial durante 20 anos. Na qualidade de ‘assessora jurídica superior’, teve suficiente informação para obter uma visão global de como a elite domina o mundo. Desse modo, o que conta não é uma ‘teoria da conspiração’ a mais.

 

De acordo com a especialista, citada pelo portal Exposing The Realities, a elite usa um núcleo hermético de instituições financeiras e de gigantes corporações para dominar o planeta.

 

Citando um explosivo estudo suíço de 2011, publicado na revista ‘Plos One’ a respeito da “rede global de controle corporativo”, Hudes enfatizou que um pequeno grupo de entidades, em sua maioria instituições financeiras e bancos centrais, exerce uma enorme influência sobre a economia internacional nos bastidores. “O que realmente está acontecendo é que os recursos do mundo estão sendo dominados por esse grupo”, explicou a especialista com 20 anos de trabalho no Banco Mundial, e acrescentou que os “capturadores corruptos do poder” também conseguiram dominar os meios de comunicação. “Isso é permitido a eles”, assegurou.

 

O estudo suíço que mencionou Hudes foi realizado por uma equipe do Instituto Federal Suíço de Tecnologia de Zurique. Os pesquisadores estudaram as relações entre 37 milhões de empresas e investidores de todo o mundo e descobriram que existe uma “super-entidade” de 147 megacorporações muito unidas e que controlam 40% de toda a economia mundial.

 

Contudo, as elites globais não controlam apenas essas megacorporações. Segundo Hudes, também dominam as organizações não eleitas e que não prestam contas, mas, sim, controlam as finanças de quase todas as nações do planeta. São o Banco Mundial, o FMI e os bancos centrais, como a Reserva Federal Estadunidense, que controla toda a emissão de dinheiro e sua circulação internacional.

O banco central dos bancos centrais

 

A cúpula desse sistema é o Banco de Compensações Internacionais: o banco central dos bancos centrais.

“Um organização internacional imensamente poderosa da qual a maioria nem sequer ouviu falar controla secretamente a emissão de dinheiro do mundo inteiro. É o chamado Banco de Compensações Internacionais [Bank for International Settlements]. Trata-se do banco central dos bancos centrais, localizado na Basileia, Suíça, mas que possui sucursais em Hong Kong e na Cidade do México. É essencialmente um banco central do mundo não eleito, que tem completa imunidade em matéria de impostos e leis internacionais (...). Hoje, 58 bancos centrais em nível mundial pertencem ao Banco de Compensações Internacionais, e tem, em muito, mais poder na economia dos Estados Unidos (ou na economia de qualquer outro país) que qualquer político. A cada dois meses, os banqueiros centrais se reúnem na Basileia para outra ‘Cúpula de Economia Mundial’. Durante essas reuniões, são tomadas decisões que atingem a todo homem, mulher e criança do planeta, e nenhum de nós tem voz naquilo que se decide. O Banco de Compensações Internacionais é uma organização que foi fundada pela elite mundial, que opera em benefício da mesma, e cujo fim é ser uma das pedras angulares do vindouro sistema financeiro global unificado”.

 

Segundo Hudes, a ferramenta principal de escravizar as nações e Governos inteiros é a dívida.

“Querem que sejamos todos escravos da dívida, querem ver todos os nossos Governos escravos da dívida, e querem que todos os nossos políticos sejam adidos das gigantes contribuições financeiras que eles canalizam em suas campanhas. Como a elite também é dona de todos os principais meios de informação, esses meios nunca revelarão o segredo de que há algo fundamentalmente errado na maneira como funciona nosso sistema,onde o mundo inteiro trabalha,para sustentar a riqueza e o luxo de alguns poucos”, afirmou

 

Fonte: http://goo.gl/hFNlWE

POPULAÇÃO MUNDIAL & MONSANTO : A LUTA PELA VIDA.

por Cimberley Cáspio, em 30.05.14

Por Esther Vivas 

imagem : forumantinovaordemmundial.com

 

 

“A semente do diabo”. Foi assim que o popular apresentador do canal estadunidense HBO, Bill Maher, em um de seus programas e em referência ao debate sobre os Organismos Geneticamente Modificados, batizou a multinacional Monsanto. Por quê? Trata-se de uma afirmação exagerada? O que esconde esta grande empresa da indústria das sementes? No último domingo, justamente, foi o dia mundial de luta contra a Monsanto. Milhares de pessoas em todo o planeta se manifestaram contra as políticas da companhia.

 

Monsanto é uma das maiores empresas do mundo e a número um em sementes transgênicas. No mundo, 90% dos cultivos modificados geneticamente contam com seus traços biotecnológicos. Um poder total e absoluto. AMonsanto está na liderança da comercialização de sementes e controla 26% do mercado. Mais longe, vem a DuPont Pioneer, com 18%, e Syngenta, com 9%. Somente estas três empresas dominam mais da metade do mercado, com 53% das sementes que são compradas e vendidas em escala mundial. As dez maiores controlam 75% do mercado, segundo dados do Grupo ETC. O que lhes proporciona um poder enorme na hora de impor o que se cultiva e, consequentemente, o que se come. Uma concentração empresarial que aumentou nos últimos anos e que corrói a segurança alimentar.

 

A ganância destas empresas não tem limites e seu objetivo é acabar com variedades de sementes locais e antigas, ainda hoje com um peso muito significativo, especialmente nas comunidades rurais dos países do Sul. Algumas sementes nativas representam uma ameaça para as híbridas e transgênicas das multinacionais, que privatizam a vida e impedem ao campesinato de obter suas próprias sementes, convertendo-os em “escravos” das companhias privadas, sem contar o seu negativo impacto ambiental, com a contaminação de outras plantações, e na saúde das pessoas.

 

Monsanto não poupou recursos para acabar com as sementes camponesas: ações legais contra agricultores que tentam conservá-las, patentes de monopólio, desenvolvimento de tecnologia de esterilização genética de sementes, etc. Trata-se de controlar a essência dos alimentos e, assim, aumentar sua cota de mercado.

 

A introdução nos países do Sul, em especial naqueles com vastas comunidades camponesas ainda capazes de contar com suas próprias sementes, é uma prioridade para estas companhias. Deste modo, as multinacionais da semente intensificaram as aquisições e alianças com empresas do setor, principalmente na África e na Índia. Apostaram em cultivos destinados aos mercados do Sul Global e promoveram políticas para desestimular a reserva de sementes. A Monsanto, como reconhece sua principal rival DuPont Pioneer, é a “guardiã única” do mercado de sementes, controlando, por exemplo, 98% da comercialização de soja transgênica tolerante a herbicidas e 79% do milho, como retrata o relatório “Quem controla os insumos agrícolas?”. Isso lhe dá suficiente poder para determinar o preço das sementes, independente de seus competidores.

 

 

Das sementes aos agrotóxicos

 

 

No entanto, como a Monsanto não tem condições suficientes para controlar as sementes, para fechar o círculo, também procura dominar o que se aplica em seu cultivo: os agrotóxicos. A Monsanto é a quinta empresa agroquímica mundial e controla 7% do mercado de inseticidas, herbicidas, fungicidas, etc., atrás de outras empresas, por sua vez, líderes no mercado das sementes, como Syngenta, que domina 23% do negócio dos agrotóxicos, Bayer, 17%, BASF, 12%, e Dow Agrosciences, quase 10%. Assim, cinco empresas controlam 69% dos pesticidas químicos sintéticos que são aplicados nas plantações em escala mundial. Os mesmos que vendem ao campesinato as sementes híbridas e transgênicas, também fornecem os pesticidas para aplicar. Negócio redondo.

 

O impacto ambiental e na saúde das pessoas é dramático. Apesar das empresas destacarem o caráter “amigável” destes produtos com a natureza, a realidade é totalmente o contrário. No momento atual, após anos de fornecimento do herbicida da MonsantoRoundup Ready, a base de glifosato, que já em 1976 foi o herbicida mais vendido do mundo, segundo dados da própria companhia, e que se aplica às sementes da Monsanto modificadas geneticamente para tolerar dito herbicida, sabe-se que ao mesmo tempo em que este acaba com a erva daninha, várias outras tem desenvolvido resistências. Estima-se que somente nos Estados Unidos já surgiram cerca de 130 ervas daninhas resistentes a herbicidas, em 4,45 milhões de hectares de plantações, de acordo com dados do Grupo ETC. Isso levou a um aumento do uso de agrotóxicos, com aplicações mais frequentes e doses mais elevadas para combatê-las, com a conseguinte contaminação ambiental do entorno.

 

As denúncias de camponeses e comunidades afetadas pelo uso sistemático de pesticidas químicos sintéticos é uma constante. Na França, inclusive, o Parkinson é considerado uma enfermidade do trabalho agrícola, causado pelo uso de agrotóxicos, depois que o camponês Paul François venceu a batalha judicial contra a Monsanto, no Tribunal de última instância de Lyon, em 2012, e conseguiu demonstrar que seu herbicida Lasso era o responsável por intoxicá-lo e deixá-lo inválido. Uma sentença histórica, que permitiu um avanço na jurisprudência.

 

O caso das Mães de Ituzaingó, um bairro das redondezas da cidade argentina de Córdoba, rodeada de campos de soja, em luta contra as fumigações é outro exemplo. Após dez anos de denúncia, e depois de observar como o número de enfermos de câncer e crianças com malformações no bairro não parava, mas, sim, aumentava - de cinco mil habitantes, duas centenas tinham câncer -, conseguiram demonstrar a ligação entre estas enfermidades e os agroquímicos aplicados nas plantações de soja em seus arredores (endosulfan de DuPont e glifosato de Roundup Ready da Monsanto). A Justiça proibiu, graças à mobilização, a fumigação com agrotóxicos perto de áreas urbanas. Estes são apenas dois casos dos muitos que podemos encontrar em todo o planeta.

 

Agora, os países do Sul são o novo objetivo das empresas de agroquímicos. Enquanto as vendas globais de pesticidas caíram nos anos 2009 e 2010, seu uso nos países da periferia aumentou. Em Bangladesh, por exemplo, a aplicação de pesticidas cresceu 328% nos anos 2000, com o consecutivo impacto na saúde dos camponeses. Entre 2004 e 2009, a África e o Oriente Médio tiveram o maior consumo de pesticidas. E na América Central e do Sul se espera um aumento do consumo nos próximos anos. Na China, a produção de agroquímicos alcançou, em 2009, dois milhões de toneladas, mais do que o dobro de 2005, segundo informa o relatório “Quem controlará a economia verde?”. Business as usual.

 

 

Uma história de terror

 

 

Porém, de onde surge esta empresa? A Monsanto foi fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny, proveniente da indústria farmacêutica. Sua história é a história da sacarina e o aspartame, do PBC, do agente laranja, dos transgênicos. Todos fabricados, ao longo dos anos, por esta empresa. Uma história de terror.

 

Monsanto se constituiu como uma empresa química e, em suas origens, seu produto estrela era a sacarina, que distribuía para a indústria alimentar, em especial, para a Coca-Cola, que foi uma de seus principais provedores. Com os anos, expandiu seu negócio à química industrial, tornando-se, nos anos 1920, um dos maiores fabricantes de ácido sulfúrico. Em 1935, absorveu a empresa que comercializava policloreto de bifenila (PCB), utilizado nos transformadores da indústria elétrica. Nos anos 1940, a Monsanto centrou sua produção nos plásticos e nas fibras sintéticas e, em 1944, começou a produzir químicos agrícolas como o pesticida DDT.

 

Nos anos 1960, junto com outras empresas do setor, como Dow Chemical, foi contratada pelo governo dos Estados Unidos para produzir o herbicida agente laranja, que foi utilizado na guerra do Vietnã. Neste período, juntou-se, também, com a empresa Searla, que descobriu o adoçante não calórico aspartame. A Monsanto também foi produtora do hormônio sintético de crescimento bovino somatotropina bovina. Nos anos 1980 e 1990, a Monsantoapostou na indústria agroquímica e transgênica, até chegar a se tornar a número um indiscutível das sementes modificadas geneticamente.

 

Atualmente, muitos dos produtos made by Monsanto foram proibidos, como o PBC, o agente laranja ou o DDT, acusados de provocar graves danos à saúde humana e ao meio ambiente. O agente laranja, na guerra do Vietnã, foi responsável por dezenas de milhares de mortos e mutilados, assim como pelo nascimento de crianças com malformações. A somatotropina bovina também está vetada no Canadá, União Europeia, Japão, Austrália e Nova Zelândia, apesar de ser permitida nos Estados Unidos. O mesmo ocorre com o cultivo de transgênicos, onipresente na América do Norte, mas proibido na maioria dos países europeus, exceto, por exemplo, pelo Estado espanhol.

 

Monsanto se movimenta como peixe na água no cenário de poder. Isso ficou claro por Wikileaks, quando filtrou mais de 900 mensagens que mostravam como a administração dos Estados Unidos gastou grandiosos recursos públicos para promover a Monsanto e os transgênicos em muitíssimos países, por meio de suas embaixadas, seu Departamento de Agricultura e sua agência de desenvolvimento USAID. A estratégia consistia em conferências “técnicas”, desinformando jornalistas, funcionários e formadores de opinião, bem como pressões bilaterais para adotar legislações favoráveis e abrir mercado às empresas do setor, etc. Na Europa, o governo espanhol é o principal aliado dos Estados Unidos nesta matéria.

 

 

Enfrentamento

 

 

Diante de todo este despropósito, muitos não calam e enfrentam. Milhares são as resistências contra a Monsanto em todo o mundo. A data de 25 de maio foi declarada o dia mundial contra esta companhia e centenas de manifestações e ações de protesto foram realizados, neste dia, ao redor do globo. Em 2013, realizou-se a primeira convocação, milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades de 52 diferentes países, desde Hungria até Chile, passando por Holanda, pelo Estado espanhol, Bélgica, França, África do Sul, Estados Unidos, entre outros, para mostrar a profunda rejeição às políticas da multinacional. No domingo passado, dia 25, a segunda convocação, menos concorrida, contou com ações em 49 países.

 

A América Latina é, neste momento, uma dos principais frentes de luta contra a companhia. No Chile, a mobilização conseguiu, em março de 2014, a retirada da conhecida Lei Monsanto, que pretendia facilitar a privatização das sementes locais e deixá-las nas mãos da indústria. Outra grande vitória foi na Colômbia, um ano antes, quando a massiva paralisação agrária, em agosto de 2013, conseguiu a suspensão da Resolução 970, que obrigava os camponeses a usar exclusivamente sementes privadas, compradas de empresas do agronegócio, e impedia que guardassem suas próprias sementes. Na Argentina, os movimentos sociais também estão em pé contra outra Lei Monsanto, que se pretende aprovar no país e subordinar a política nacional de sementes às exigências das empresas transnacionais. Mais de 100.000 argentinos já assinaram contra esta lei, no marco da campanha “Não à Privatização das Sementes”.

 

Na Europa, a Monsanto agora quer aproveitar a fenda que se abre nas negociações do Tratado de Livre Comércio União Europeia - Estados Unidos (TTIP), para pressionar em função de seus interesses particulares e poder legislar acima da vontade dos países membros, a maioria contrária à indústria transgênica. Esperamos que não demorem as resistências na Europa contra o TTIP.

 

Monsanto é a semente do diabo, sem sombra de dúvidas.

 

Fonte : jornal espanhol Público

 

O PODER PERTENCE AO SISTEMA - MANDA QUEM PODE,OBEDECE QUEM TEM JUÍZO.

por Cimberley Cáspio, em 29.05.14

Por Cimberley Cáspio

 

 

 

 

A Constituição,só é representativa em relação ao povo,mas quando ameaça a grande fortuna do governo,como por exemplo,os pedágios,o Sistema é que fala mais alto,onde nesse caso,Carta Magna nenhuma,tem poder.Tribunal nenhum do país,dará ganho de causa,à qualquer motorista que transpasse o pedágio sem pagar.A Constituição aí,passa a ser somente um livro sem significado nenhum.


O que prova,que na verdade,as leis que regem o país,são leis internacionais.Leis assinadas pelos nossos governantes,à revelia da opinião pública,à revelia do sentimento pátrio.


Quando é para o povo,a lei às vezes funciona,isso,quando alguns "espertos autores" de processos não a ludibriam,mas quando conseguem ludibriar a justiça,nem os detentores da razão,conseguem o seu direito. E quando ameaça a fortuna do Sistema,sai de baixo que o chumbo é grosso. Além de perder a razão,vai arcar com multas e indenizações.


Os Sistemas se integralizam e respondem de forma fidedigna aos interesses,do que lhe é superior. Obediência de caserna e alta disciplina,pois caso não queira responder conforme a reza da "cartilha internacional",as consequências são dramáticas,podendo ir de um suco envenenado,à morte por "acidente",e até assassinato - Juscelino Kubitschek ,Getúlio Vargas - ,sem falar em governadores,e até prefeitos que foram silenciados para sempre.No exterior, a "cartilha" é a mesma, John Kennedy,Robert Kennedy...E o ex-presidente da Ucrânia ,Victor Iouschenko ,que sofreu uma tentativa de envenenamento,em 2004.


Então o que é o povo? É somente a mão de obra do Sistema.Ora é usado para fazer guerra externa à governos "insubordinados",ora é usado para revoluções internas,a fim de diversos objetivos políticos e econômicos dentro do pais; podendo ser a remoção de um presidente,governador e prefeito,quanto a remoção,ou permanência de um presidente de sindicato.E quando a questão é econômica,o objetivo é manter a continuidade da riqueza e do luxo dos gestores,ou,tirar do caminho "uma pedra de tropeço" que esteja impedindo,ou,causando alguma dificuldade,para se apoderar de uma fonte de riqueza. Enfim, o Poder que deveria ser parte do povo e para o povo trabalhar,na verdade,é parte do Sistema e para ele trabalha.


A democracia, permite assim, facilidades de operação para o Sistema agir dentro de um país,sem precisar arcar com altos custos militares de uma guerra. Usa-se o povo para trocar o gestor,de acordo com interesses domésticos,ou internacionais,disfarçando todo o processo,sob leis que se parecem "soberanas,de acordo com a vontade popular"; onde no final,se faz até festas,com muita carreata e foguetório.Objetivos poderosos sendo cumprido,dentro de uma "ordem pacífica,e internacionalmente barata." Ao contrário de governos absolutistas,onde as negociações são difíceis,e alguns,frente ao fracasso da conquista através do poder econômico,só resta então ao Sistema,a imposição através dos arsenais militares.


Objetivo principal : sugar as riquezas da nações,pagando muito bem à gestores nativos. E ai daquele que se intrometer no caminho,seja com a lei que for.




HENRY KISSINGER : "MEMORANDO 200" PROPOS REDUZIR A POPULAÇÃO DO BRASIL.

por Cimberley Cáspio, em 29.05.14
reproduzido e editado p/Cimberley Cáspio
 
 
 

imagem : olharparaofim.blogspot.com

 

Em 1989 o “Memorando 200”, elaborado em 1974 por Henry Kissinger, conselheiro para a segurança nacional dos EUA, deixou de ser secreto. O seu tema era o crescimento da população no mundo e as suas consequências para a segurança dos EUA e dos seus interesses no estrangeiro. Ao propor medidas para a redução significativa de população, Kissinger escreveu:

 

“O mundo depende cada vez mais dos fornecimentos de minérios dos países em desenvolvimento, e se o crescimento rápido da população violar as suas perspectivas do desenvolvimento econômico e do progresso social, a instabilidade que surge poderá minar as condições para a produção alargada e para o apoio da corrente constante desses recursos”.

 

Para aumentar ao máximo o movimento para a estabilidade populacional, propunha-se prestar atenção a treze países em desenvolvimento das regiões do planeta mais ricas em recursos: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia. O “Memorando 200” propunha uma redução radical da população desses países, o que permite aos EUA explorar os seus minérios.

 

O plano secreto de Kissinger começou a ser realizado imediatamente. A esterilização tornou-se o meio contraceptivo mais popular na América Latina nos anos de 1980-1990. No início do ano de 1990, o Ministério da Saúde do Brasil começou a investigar a esterilização em massa de mulheres brasileiras. 

 

Constatou-se que cerca de 44% de todas as mulheres brasileiras em idades entre 14 e 55 anos foram regularmente esterilizadas. A esterilização era realizada por várias organizações e agências, sendo muito poucas delas, brasileiras. A Federação Internacional de Planejamento Familiar, a Fundação Pathfinder norte-americana, a Associação pela Contracepção Cirúrgica Voluntária, a Saúde Familiar Internacional agiam todas sob a égide da Agência de Desenvolvimento Internacional do Departamento de Estado dos EUA (USAID). Em 1989, o governo brasileiro, que inicialmente era um adepto convicto desse programa, motivado pela luta contra a pobreza, informou a USAID de que os programas de esterilização se tornaram “excessivos e inúteis”. Segundo algumas notícias, nesse quadro foram esterilizadas quase 90% de todas as brasileiras com raízes africanas.

 

Segundo dados da comissão governamental para os direitos humanos do Peru, entre 1995 e 2000, realizou-se esterilização em massa nas regiões mais pobres do Peru, sendo o motivo o mesmo: superar a pobreza. 

 

Em poucos anos foram esterilizadas mais de 300 mil pessoas e cerca de 24 mil homens. As vantagens da esterilização eram publicitadas com  ajuda de panfletos, cartazes, anúncios de rádio, onde às peruanas se prometia “felicidade e bem-estar”. A política de esterilização em massa levou a que algumas regiões do Peru entrassem em crise demográfica e, como consequência, em queda econômica. Segundo dados dos defensores dos direitos humanos, nos anos 90 , centenas de mulheres e homens das camadas pobres foram esterilizadas contra a sua vontade. Inicialmente, a campanha de esterilização em massa era abundantemente financiada pelos americanos (USAID), mas, depois da publicação, em 1998, nos maiores jornais americanos artigos sobre esterilização forçada no Peru, foi suspenso o seu financiamento dos fundos estatais dos EUA.

 

Em 2011, no Ruanda, começou a esterilização em grande escala, que abrange 700 mil homens. O programa está previsto para 3 anos e é totalmente financiado pela USAID. Claro que a campanha é voluntária, mas “sempre que a campanha de esterilização é feita em grande escala, isso conduz à coerção”, assinalou Steve Mosher, presidente do Instituto de Investigação da População (EUA). Ele considera que “as consequências para a vida da família e para o desenvolvimento da economia do Ruanda serão bastante sensíveis” e é “a melhor forma” de travar a SIDA. Mas ele esqueceu-se que as leis dos EUA proíbem o financiamento de abortos ou esterilização forçados.

 

Estes são apenas alguns exemplos do que acontece com a população de vários países do mundo. Não é segredo para ninguém que, em qualquer altura, na guerra pelos recursos se podiam reconhecer como permitidos todos os meios, principalmente no caso do crescimento rápido da população, como considera o sr. Kissinger, dificultar as perspectivas do desenvolvimento económico dos países desenvolvidos. Porém, deve-se lembrar que a esterilização forçada é considerada um crime contra a humanidade se for empregada em grande escala e sistematicamente. E fica sob a jurisdição do Tribunal Penal Internacional.

 

Fonte : http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-face-oculta-dos-eua-esteriliza%C3%A7%C3%A3o-para-reduzir-a-popula%C3%A7%C3%A3o#ixzz333eH4ANn

 

BRASIL : E A BOLHA SÓ ESTÁ INFLANDO...

por Cimberley Cáspio, em 28.05.14

Por Cimberley Cáspio

imagem : blogdomariofortes.blogspot.com

 

 

Ebola matando na África,o vírus Mers,matando às centenas na Arábia Saudita...E por aqui,o governador do Acre Tião Viana,confirmou a chegada de imigrantes das ilhas turcas, Bangladesh, Marrocos, Nigéria, Gana e Gâmbia; dizendo que a África já enxergou essa rota e vai fazer uso dela.

 

Anteriormente,a OMS também já havia confirmado que o vírus ebola estava ameaçando a Ásia.Dois nomes diferentes, coincidência totalmente suspeita.

 

E os imigrantes continuam chegando pela fronteira do Acre,e segundo a Folha de São Paulo,os coiotes controlam o fluxo,tanto do lado nacional,quanto do lado internacional da fronteira brasileira.Não era a Polícia Federal que deveria ter esse controle no lado Brasileiro?

 

O governo do Acre pediu o fechamento da fronteira,porém,o governo federal recusou o pedido,e vai continuar com a fronteira aberta,permitindo o "trem da alegria". Não há nenhuma triagem legal e de saúde,aos que estão atravessando a ponte que liga o Brasil ao Peru; quer dizer,todo tipo de gente pode estar chegando,criminosos e até portadores de alguma doença.E quem não tem dinheiro pra chegar a Rio Branco,fica perambulando pelas cidades de Assis Brasil e Epitaciolândia.

 

E há relatos de que algumas imigrantes mulheres que ficaram totalmente sem recursos durante a viagem,estão vendendo o corpo em troca de dinheiro,ou qualquer outro apoio, pra seguir em frente,e alcançar Rio Branco,posteriormente Porto Velho,e de lá,pra São Paulo.

 

Não digo que o governo está se arriscando,digo que o governo enlouqueceu de vez. A mídia já alerta que depois da Copa do Mundo,vai cair drasticamente o número de empregos,isto é,se o Brasil ainda mantiver todo o seu território,hoje ameaçado de perder 50%, o que pode ainda acontecer durante a Copa,se a Presidente Dilma,não for a ONU até o dia 24 de junho e retificar a lambança política de Collor,Fernando Henrique e Lula,de doar 50% do território nacional para ONU. Mas se o Brasil ficar só pela metade,depois da Copa,aí a bolha pode explodir de vez.E com certeza,não vai ter poder de polícia que controle uma megaexplosão social.Espero eu,que não aconteça,mas o momento atual,é realmente crítico.

 

O número de imigrantes que já chegaram ao Brasil desde o terremoto do Haiti em 2010 ,já está chegando a 2% da população brasileira,e segundo especialistas,um número significativamente alto,e continua crescendo.

 

"De acordo com o infectologista Argus Leão Araújo, coordenador do Centro de Atenção à Saúde do Viajante da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte,em relação ao ebola, nos surtos anteriores da doença, em países da África, foi comum a transmissão aos profissionais de saúde. As contaminações ocorreram por acidentes com agulhas contaminadas, pelo contato com sangue, urina e fezes dos pacientes. É possível que a doença chegue ao Brasil. O perigo,é o longo período de incubação da doença, que pode chegar a três semanas, em que dificulta a realização do diagnóstico. “Se uma pessoa que foi infectada há uma semana e vem para o Brasil, terá mais duas semanas para começar a manifestar os sintomas”, disse."

 

Segundo sites que acompanham o andamento do ebola na África,já morreram até agora,13 profissionais de saúde. A OMS não divulgou os nomes dos profissionais mortos pela doença.

 

E com a epidemia de crimes ocorrendo por aqui, de norte a sul do país,dengue,febre amarela,crise política...O que mais ainda vai acontecer? E os imigrantes continuam vindo...

 

 

Fonte : UFMG

 

 

 

 

 

PIB ITALIANO INCLUIRÁ TRÁFICO DE DROGAS,PROSTITUIÇÃO E CONTRABANDO.

por Cimberley Cáspio, em 27.05.14

DA BLOOMBERG NEWS

COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS - REPRODUZIDO E EDITADO P/CIMBERLEY CÁSPIO

 

[Imagem: prostituicao-reuters.jpg]

Prostitutas em Roma, em foto de arquivo Maurizio Belli / Reuters

ROMA - A Itália vai incluir a prostituição e o tráfico de drogas no cálculo de seu Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos) a partir do ano que vem, para tentar melhorar os números de sua economia. O Instituto Nacional de Estatísticas (Istat) do país anunciou que o resultado incluirá também estimativas sobre o valor do contrabando de cigarros e álcool.

Além de incluir essas atividades no cálculo, os dados de anos anteriores serão ajustados para refletir a mudança na metodologia, informou o Istat. A revisão foi feita de acordo com as regras da União Europeia, informou o instituto oficial italiano.

Quatro recessões nos últimos 13 anos levaram o PIB italiano a € 1,56 trilhão no ano passado, 2% menor que em 2001, descontando a inflação no período.

— Apesar de ser difícil de quantificar, é óbvio que haverá um impacto positivo no PIB — afirmou Giuseppe Di Taranto, economista e professor da Universidade Luiss, de Roma.

Colocar o novo procedimento em prática não será fácil, já que as atividades são ilegais e suas movimentações não são informadas ao governo. O Banco da Itália estimou em 2012 o valor da economia do crime em 10,9% do PIB do país.

A Eurostat, instituto de estatísticas da União Europeia, estimou que o impacto na economia italiana seria de 1% a 2% em um ano, um significativo aumento em relação à estimativa do governo de crescimento de 1,3% este ano.

Ainda segundo os cálculos da Eurostat, as nações da região teriam aumento médio de 2,4% do PIB com o novo cálculo. Os maiores aumentos ficariam com a Finlândia e a Suécia, com aumentos de 4% a 5%, seguidas de Áustria, Reino Unido e Holanda, de 3% a 4%.
 
Por outro lado,a máfia italiana foi considerada por um estudo publicado na Itália como o “maior agente econômico do país”, movendo cerca de 140 bilhões de euros por ano. De acordo com o relatório - As mãos da criminalidade-, da organização SoS Impresa, a máfia é “o primeiro banco da Itália, com 65 bilhões de euros [cerca de R$ 1,5 trilhão] de liquidez”. Seu lucro, segundo o documento, supera as centenas de bilhões de euros.

Apenas as atividades comerciais envolvendo a máfia italiana são responsáveis por 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Entre os empreendimentos ligados à máfia italiana estão principalmente bares e restaurantes, mercados, vendedores ambulantes e inclusive hotéis.

Segundo o presidente da Confesercenti, entidade que representa o empresariado italiano, Marco Venturi, “mais de um milhão de empresários são vítimas de algum crime”, o que representa um quinto dos empreendedores em atividade na Itália.

Ele avalia que mais de 1.300 negócios comerciais sofram algum golpe da máfia por dia, “praticamente 50 a cada hora, quase um crime por minuto”, detalhou.

Venturi ainda observou que, em um momento de crise, a máfia “é o único sujeito econômico-empreendedor em grau de fazer investimentos”.

Para ele, isso ocorre porque há "conivência e conluio com os profissionais da política e da administração". Venturi ainda destaca, no site da SOS Impresa, que no centro e no norte da Itália, a máfia controla quase todo o mercado de jogos de azar e de descarte de resíduos tóxicos.


                 http://correiodobrasil.com.br/internacio...ia/354204/

                   Ansa - de Roma

A GRÉCIA FEZ UM INFERNO NA UNIÃO EUROPEIA ! ESTRAGOU TUDO.

por Cimberley Cáspio, em 26.05.14

Por Cimberley Cáspio

imagem: revistawebmotors.com.br

 

 

Com a guerra civil na Ucrânia,só começando,e o Euro tentando manter a cabeça fora d'água pra continuar respirando,o futuro da Europa não é nada bom. Desemprego em massa na Espanha e Itália,a miséria aumentando na Grécia,e quem pode se debandar,já está fazendo; e depois que o governo da Islândia,confiscou o dinheiro dos investidores internacionais,aí,a coisa ficou feia de vez.Não há mais no que confiar;"pernas para que te quero."

 

A União Européia está na mesma rota de colisão do muro de Berlim,a qualquer momento,vai desmoronar.O sonho de uma única moeda,já está virando pesadelo em vários países do velho continente.A Islândia por exemplo,está tentando buscar força na libra,e até no dólar,mas tá difícil. A União do Bloco,está vazando água,desde que se tentou colocar a Grécia no Time,e agora,os títulos gregos ficaram tão podres,que contaminaram tudo.Vários países endividados,estão querendo,não só,as suas fronteiras de volta,quanto suas próprias moedas.

 

E com exceção de uma pequena parcela de países que estão com suas dívidas em dia,o êxodo migratória já se faz sentir. Quem pode ficar,fica; quem não pode,ou não confia mais no seu governo,está vazando.E há também o temor de que o problema na Ucrânia se alastre,e aí...a batata vai ficar muito quente. Foi assim que começou a primeira guerra mundial,e o filme pode virar reprise.Nenhum europeu quer ficar na poltrona para ver a estréia dessa ,que pode vir a ser,uma nova película.

 

A França,assim como o Brasil,vive uma crise nacional de insegurança pública,a ponto,do governo chinês,destacar agentes policiais amarelos,para escoltarem grupos de turistas chineses,pelo centro de Paris,infestado de punguistas e assaltantes.O tráfico internacional de pessoas,armas e entorpecentes,sufoca não só o ar europeu,quanto restringe agora a liberdade de muitos.

 

A Europa ficou difícil,só a Alemanha continua acreditando.Por que? Só descobrindo que tipo de caroço,há debaixo desse angu.

 

  

ONU : MINERAÇÃO PODE CAUSAR A EXTINÇÃO DA MAIORIA DOS POVOS INDÍGENAS DA COLÔMBIA.

por Cimberley Cáspio, em 24.05.14

 

Cecilia Jamasmie – reproduzido e editado P/ Cimberley Cáspio

índios da Colômbia

O representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na Colômbia, Todd Howland, alertou que cerca de 40 grupos indígenas estão em risco de desaparecer, como consequência do aumento da atividade de mineração no país.

 

Segundo Howland, que foi entrevistado pela Rádio Caracol (em espanhol) , o problema é que as comunidades indígenas afetadas pelos projetos de mineração,estão se mudando para as cidades, onde a sua cultura e língua se perde.

 

O representante da ONU pediu as empresas e o governo, que realizem consultas nas comunidades antes de explorar os recursos naturais em seus territórios.

 

“É importante para todos os colombianos levar este problema a sério”, disse.

 

Um relatório recente do Centro de Autonomia e Direitos dos Povos Indígenas da Colômbia observou 34 grupos indígenas,que estão em risco de extinção na Colômbia, mas a ONU considera o número ser muito maior.

 

Com base em dados da Organização Nacional Indígena da Colômbia , 62,7% da população indígena do país está em risco de extinção de acordo com março do ano passado.

 

 

Fonte : Mining.com

ABASTEÇA O SEU CARRO HOJE, E SÓ REABASTEÇA EM 2114. (VALE A PENA LER DE NOVO)

por Cimberley Cáspio, em 24.05.14
por  Ingrid AraújoIngrid Araújo
 

 

Imagine comprar um carro hoje e ter a certeza de que você só precisará se preocupar com o combustível daqui a 100 anos, em 2114. É com esse objetivo que a Laser Power System, uma empresa de engenharia automotiva de Conecticut (EUA), desenvolveu um protótipo de transporte sustentável que funciona a base de tório, material químico radioativo. De acordo com o jornal Corriere de La Siera, o metal faz parte do motor e não permite a emissão de gás carbônico.

 

O tório (Th), na tabela periódica de elementos, é um metal radioativo natural usado para fabricar vidros especiais e de filamentos para lâmpadas incandescentes. Está entre os elementos mais densos existentes no mundo e, de acordo com o projeto da empresa, poderia produzir energia suficiente para movimentar carros.

 

Charles Stevens, CEO da Laser Power System, explicou ao jornal O Estado de São Paulo que “o tório seria capaz de produzir energia durante 100 anos sem emitir substâncias nocivas ao meio ambiente com apenas oito gramas dele no tanque do veículo, o equivalente a 28 mil litros “.

 

De acordo com nota publicada no site da empresa, o uso do tório para produção de energia poderia ser aplicado também em caminhões, navios, prédios comerciais, residências, transporte e até aviões e naves espaciais com o objetivo de suprir a demanda de energia desses veículos e ambientes.

 

O tório é considerado combustível em potencial para automóveis há muito tempo. Ele já foi indicado para substituir o urânio nos reatores de energia nuclear graças à sua relativa segurança, pois é mais fácil de ser extraído do solo, menos radioativo que o urânio e ainda produz menor impacto ambiental.

Tório

Tório. Foto: infoescola

 

Além disso, um propulsor alimentado com tório não conseguiria desencadear uma reação nuclear, como ocorre com os reatores alimentados com o urânio. Os mais recentes protótipos de motores a tório para transporte sustentável pesam cerca de 250 kg, um pouco mais pesado do que os motores de automóveis convencionais.

 

Abastecer carros com tório é uma tecnologia que já existe desde 2009, quando Loren Kulesus criou um modelo chamado World Thorium Fuel Concept Car, visto no Salão de Automóveis Cadillac, de Chicago. O tório foi descoberto em 1828 pelo químico sueco Jons Jakob Berzelius, que batizou o elemento com esse nome em homenagem ao Thor, um deus nórdico. Por ser um mineral pesado, o tório consegue produzir uma enorme quantidade de calor, e consequentemente, bastante energia.

 

 

Fonte : Pensamento Verde

 

DURANTE A COPA DO MUNDO,O BRASIL PODERÁ PERDER 50% DO SEU TERRITÓRIO.

por Cimberley Cáspio, em 22.05.14

Por Notícias Agrícolas - reproduzido e editado p/ Cimberley Cáspio

imagem : pt-br.facebook.com

 

O Governo Federal tem prazo até 24 de junho/2014 para retificar,ou denunciar, à convenção da ONU OIT n⁰ 169 ,do contrário, o Brasil será dividido em 216 Estados determinado pela ONU, completamente independentes e desligados do Governo do Brasil.

 

Se a presidenta DILMA ROUSSEFF não denunciar a convenção da ONU/OIT n⁰ 169 até 24 de junho próximo seremos divididos por 216 nações independentes. Eis a questão: à presidente Dilma Rousseff ficou a responsabilidade de DENUNCIAR, RECUSAR, e dizer NÃO à Convenção OIT n⁰ 169, o maior crime de lesa-pátria já realizado na História do Brasil.

 

A data limite é 24 de Junho de 2014. Coincide com a euforia do futebol da Copa do Mundo no Brasil,acompanhada do tumulto, estardalhaço e brigas no Congresso com a CPI da Petrobrás, que passa a ser nada, comparado a perda de 50% do Território Nacional.

 

Nossa Constituição de 1988 reza de forma clara e rica em detalhes sobre os Direitos dos Povos Indígenas Brasileiros - especificando de forma incontestável, que as Áreas de Reservas Indígenas SÃO DA UNIÃO, e de Usufruto pelas Comunidades Indígenas sob Tutela da União através da FUNAI, assegurando aos povos indígenas o respeito à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. Reconhece que os povos indígenas foram os primeiros senhores de fato e de direito desta terra chamada Brasil, incorporando a seus ideais de justiça a ideia do "indigenato". 

 

A posição do Brasil na ONU aprovando sem ressalvas o acordo internacional OIT Convenção n⁰ 169, contraria a posição soberana do Brasil. O Trabalho que foi formado por 185 países-membros, na hora da decisão, apenas 17 nações aprovaram a Convenção n⁰ 169 , entre elas o Brasil, enquanto 168 países se negaram a assinar, como Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina, que se recusaram a aprovar essas resoluções, sob a argumentação que violavam a legislação interna de seus países.

 

 

O Presidente FHC assinou o Decreto Legislativo nº 143, de 20 de junho de 2002 ,em que aprova o texto da Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho sobre os povos indígenas e tribais em países independentes). Em 2003 o Congresso Nacional aprovou (na calada da noite) o texto lesa-pátria da Convenção OIT n⁰ 169 Decreto Legislativo 143/2002. Em 2004 o Presidente Lula da Silva tendo ao lado o Ministro da Justiça Tarso Genro, assinou com Celso Luiz Nunes Amorim, o DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004. (Promulga a Convenção n.º 169 da Organização Internacional do Trabalho - OIT sobre povos Indígenas e Tribais), absolutamente sem raciocinar à ação de doar, 50% do território brasileiro.

 

Sendo assim,a escolha do Brasil para a Copa do Mundo,foi intencional,a fim de distrair à atenção do povo,em relação à lambança que fizeram. 

 

Se a presidente Dilma,não denunciar,190 milhões de brasileiros,serão despejados.E quando a Copa do Mundo acabar e os brasileiros forem abrir os olhos,já teremos perdido 50% do território.

 

 

 Fonte:   http://www.jornaldapaulista.com.br/site/page.php?key=4424

 

 

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