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ANTENA FLUMINENSE DE NOTÍCIAS

Notícias e atualidades

ENQUANTO OS E.U.A REPETEM O ERRO JAPONÊS, A CHINA ABRE MÃO PARA NOVOS "AMIGOS."

por Cimberley Cáspio, em 16.08.15

Por Cimberley Cáspio

 

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Imagem: radiosdecorrientes.blogspot.com

 

 

Com a invasão chinesa a África e depois as América Central e Sul, os americanos não tiveram alternativa que fosse levantar o embargo cubano e reatar relações com a ilha de Fidel, onde os chineses de forma inteligente e sagaz, estão invadindo tais continentes com força total de capital, e investindo onde investidores ocidentais não se arriscam. 

 

Diferente do Império Japonês que nas décadas de 30 e 40, usou a metodologia da força e do terror, os chineses optam pela metodologia da simpatia e do capital, às nações que mais precisam dele. E por meio de grandes projetos, firmam concessões de longo tempo por décadas e décadas, que resultarão no total domínio dos recursos e mão de obra nativa, aos países que aceitaram o acordo e fizeram pacto com o Tigre Asiático.

 

Claro que toda tecnologia que será usada às obras faraônicas chinesas, serão manipuladas por mão de obra estritamente trazidas da China, ou da Europa,como no caso do Canal da Nicarágua, em que grande parte dos técnicos e operários são alemães,e já estão trabalhando a todo vapor.

 

Como o Canal da Nicarágua, na América Central, a ferrovia transoceânica que ligará o oceano Atlântico ao Pacífico, o projeto chinês mais significativo de todos, é a secreta e bem guardada Estação Espacial na Patagônia, onde autoridades argentinas são proibidas de entrar.

 

O objetivo de todo esse empreendimento chinês na América, além de adquirir domínio, garantias logísticas comerciais e militares, tem como trunfo maior, o desenvolvimento tecnológico da arma que os E.U.A hoje, mais teme, que é a arma espacial chinesa antissatélite, que com bases em locais estratégicos do mundo, o Pentágono não terá à mínima chance.

 

E enquanto os E.U.A repetem a metodologia do Império Japonês de antes e durante à segunda guerra mundial,gastando toda sua economia através da força e da guerra, para implantar sistemas de vigilância espacial na Europa,e no Oriente Médio, a China opta pela "diplomacia e investimentos" nos locais de maior importância estratégica fazendo "parcerias" com países economicamente falidos. 

 

A China aprendeu com o erro japonês, mas os E.U.A de forma arrogante, insiste em seguir a mesma metodologia de domínio imperialista e ultrapassada, já exemplarmente mostrada e documentada pela história, que está fadada ao fracasso, enquanto o governo chinês se  aproveita do erro americano para se firmar nos setores que há muito foi domínio ianque. 

 

E sem poder impedir esse avanço, o reatamento das relações com Cuba, seria agora o menos ruim, porém é tarde demais para o Tio Sam. Fidel quer indenizações pelo prejuízo causado pelo embargo americano. O governo americano já se mostrou contrário a reivindicação cubana, quer dizer, tem ou não tem cacife para reinvestir nessa "amizade"? Enquanto os E.U.A retrai recursos, a China abre mão para novos "amigos". 

 

Fonte: Sputnik Brasil