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ANTENA FLUMINENSE DE NOTÍCIAS

Notícias e atualidades

MORO : QUANDO O SUL TOMOU POR BEM FAXINAR O PAÍS.

por Cimberley Cáspio, em 29.07.15

Por Cimberley Cáspio

 

 

Ladrão no Norte, ladrão no Sul, ladrão no Leste, ladrão no Oeste.
A denúncia partiu do Sul, o juiz Moro acatou, e o que viu nunca imaginou.
Só à toga não seria suficiente, seria mover e remover montanhas poderosas.
A armadura teria que vestir,e a espada da justiça teria que embainhar.

 

Ladrão pós-graduado,ladrão bacharelado,ladrão presidente,ladrão senador. Ladrão deputado,ladrão assessor,ladrão com cara de ladrão,ladrão com cara de honesto. Ladrão radioativo,ladrão sem radioatividade,todos amigos do tribunal supremo.
Mesmo assustado com o tamanho do local e o tamanho da faxina, Moro pôs mãos à obra.

 

Um batalhão de advogados é convocado para à guerra, a elite das elites,na defesa do ladrão que corre para o amigo no supremo.
A espada que vem do Sul, não é uma ameaça, é a face de Moro que para esses, é a representação do fim.

 

Polícia prende embaixo, polícia prende em cima,
prende na favela, prende à beira-mar.
Não há diferença para barraco, ou cobertura,
se o ladrão não está, as provas hão de levar

 

A presidente se confunde no discurso,
meta que se completa, a meta de todas as metas,
os pensamentos estão confusos, o medo de prisão é real, e sem nada que impeça,que ladrão dorme com à espada de Moro se aproximando?

 

Nem o supremo muito pode contra Moro,
pois a força do país vai com ele.
Como um rei à frente do exército,
vai desfazendo o jugo de uma nação por um longo tempo condenada.

 

Como fogo visto na atmosfera, a espada sulista da justiça , atravessa o país de Norte a Sul,indiferente à distância e o trabalho que se obriga.
Seja almirante,condecorado,nobre, mas roubou, o calabouço é o lugar.
E uma vez os ladrões estando lá, a nação possa ter a chance de respirar.

 

E se separação não querem, uma faxina nacional se faz necessária.