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ANTENA FLUMINENSE DE NOTÍCIAS

Notícias e atualidades

O PREÇO DE CADA GREVE.

por Cimberley Cáspio, em 30.06.15

Por Cimberley Cáspio

 

 

Resultado de imagem para Foto: atrás da cortina de fumaça

Imagem: josiasdesouza.folha.blog.uol

 

 

Segundo o dono da UTC, Ricardo Pessoa,podemos resumir que greves sindicais,só terminam depois que congressistas ligados ao setor,recebem propinas vultosas. É muito provável que as propinas sejam até rachadas entre as lideranças sindicais,mas uma coisa é certa, o trabalhador é,e será sempre usado como massa de manobra. Visto por esse ângulo,as greves nada mais são do que pressão para sacar dinheiro da iniciativa privada,dinheiro esse,que aumentam riquezas e patrimônios pessoais dos congressistas e lideranças ligadas ao setor. Nada a ver com direitos democráticos de manifestação do trabalho. Era para ser,mas infelizmente não é.


Diante das revelações do empresário Ricardo Pessoa, os líderes sindicais nunca pensaram no país e muito menos,nos trabalhadores, e sim, em seus próprios egos pessoais, onde então podemos chegar a conclusão que, os acordos que finalizam as greves,nada mais são,do que meras fachadas, cortinas de fumaça,para encobrir o verdadeiro acordo,secreto,a quilômetros de distância e totalmente fora das vistas dos "fantoches manobrados".


É claro,que o que estamos acompanhando através da operação Lava Jato,é só a ponta do iceberg,pois à contaminação do roubo se tornou uma cultura, é quase que 100 % em todas às instâncias,seja federal,estadual e municipal. Devido a grande quantia de valores,é um tipo de roubo que só tem acesso quem está no poder. Quanto maior à autoridade, e sua influência,maior também o volume do roubo. Não escapa nada,todas as instituições estão maculadas.


Sendo assim,todos os processos,todas às fiscalizações são suspeitas,pois se o mal exemplo vem de cima, o que esperar nas camadas mais baixas? Tudo tem que ser revisado e passado a limpo, tudo mesmo,tanto em cima,quanto embaixo,todos os poderes sem exceção; o problema é o tempo que isso pode demorar, e o quanto à economia do país pode esperar.

 

Fonte: O Globo

           Folha de São Paulo

           O Estadão